Relatos do Kratom: William Czajka

Relatos do Kratom: William Czajka

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“Relatos do Kratom” é uma série de entrevistas do KratomScience.com com pessoas que usam kratom para ajudar a lidar com a dor, depressão, ansiedade ou dependência de drogas. Entre em contato conosco no Twitter @kratomscience ou pelo e-mail do Brian ([email protected]) se você gostaria de contar a sua história.

William passou a sua vida entre Lousiana e Flórida (EUA). Sofrendo com dores crônicas que o impossilitavam de levar uma vida normal, resolvou provar o kratom, e descobriu que além de aliviar a sua dor, a planta também lhe dava disposição para fazer exercícios físicos, ioga, andar de bicicleta etc.

KratomScience: De onde você é, e qual é a sua ocupação, William?

William Czajka: Eu sou da Flórida e de Louisiana. Passei cerca de metade da minha vida em ambos. E sou construtor de barcos.

KS: Que legal! Há quanto tempo você consome kratom, e por que você começou?

WC: Há cerca de um ano… Na verdade, está mais perto dos 2 anos. Eu comecei a usar porque tenho 45 anos, e quando cheguei aos 40 todo o trabalho físico que fiz a minha vida inteira começou a me pegar forte e rápido. As minhas articulações e as minhas costas começaram a cair. Eu tinha dores o tempo todo, trabalhando longas horas, tomando ibuprofeno demais para aguentar o dia, e bebendo muita cerveja à noite para lidar com a dor, porque eu não quero tomar medicamentos prescritos.

Descobri o kratom porque vi nas notícias que o governo estava tentando proibi-lo. E foi assim que tomei conhecimento dessas coisas pela primeira vez. E todas essas pessoas que testemunham que suas vidas foram salvas por ele, lidando com seus problemas de dor.

Então eu fiz a minha pesquisa e descobri que parecia ser seguro. Não consegui encontrar nenhuma prova crível de que não era. Então eu experimentei, e funcionou maravilhosamente.

KS: Você tem uma variedade preferida que usa?

KS: Não… Acho que tentei algumas e tem um par delas que parece não funcionar tão bem. Eu gosto do Green Indo, que parece funcionar muito consistentemente. A Green Horn funciona bem para mim. Maeng Da funciona bem.

KS: Quanto você toma em um dia normal, e qual é a sua maneira favorita de prepará-lo?

WC: Eu compro as cápsulas pré-fabricadas, porque é fácil. Tomo cerca de três vezes por semana, duas a três vezes por semana. Peso 75 quilos e acho que quatro a cinco cápsulas me fazem bem. Quatro é bom como analgésico, e cinco eu me sinto ótimo. Com cinco, eu tenho que ter um pouco de cuidado para não exagerar na atividade intensa, porque me sinto tão bem que é fácil correr como um jovem de 16 anos o dia todo, e no final do dia você se arrepende de ter levantado sacos de cem quilos de madeira e coisas assim.

KS: Você teve algum problema ou efeito secundário ao tomar kratom?

WC: Algumas vezes eu senti que ele me deixou um pouco desconfortável no estômago. Não o suficiente para ser um problema. Quando isso aconteceu, foi com o estômago vazio. Se eu tomar kratom com o estômago vazio, e tiver bebido muito café… Eu bebo muito café todos os dias, isso não ajuda. Então aprendi, não beba quatro xícaras de café e depois tome kratom sem ter comido algo pela manhã.

KS: Alguma vez se tornou muito viciante, ou se tornou um mau hábito?

WC: Não, de forma alguma. Eu não tomo todos os dias porque acho que no dia seguinte, se eu tomar novamente em dias consecutivos, não me ajuda tanto quanto eu gostaria. Não quero ter de começar a aumentar as minhas dosagens para obter o mesmo efeito. Por isso, tomo a cada dois dias, mais ou menos, quando sinto que preciso de um estímulo no meio da semana. Na verdade, eu gosto de tomar no meu dia de folga, porque eu consigo render bastante, e posso fazer uns bons exercícios.

“Descobri que tomar kratom tira o bastante da dor para que eu possa passar uma hora fazendo ioga, e depois ir dar uma volta de bicicleta, e fazer um bom exercício.”

KS: Você sabe se tem algo acontecendo com o kratom na sua região?

WC: Não. Não há nenhum lugar para comprar localmente aqui, porque estou no meio do nada, por isso eu encomendo pelo correio. Não conheço muita gente que tome. Sinto que sou sempre eu que digo aos meus amigos: “você tem de experimentá-lo.” Claro, todos os meus amigos agora estão na meia-idade, e todos sofrem de várias dores e desconfortos. Então acabo me vendo contando para todo mundo sobre ele, porque me fez maravilhas.

KS: Bom, essas são todas respostas excelentes, e eu agradeço que você tenha tirado um tempo do seu dia. Há algo adicional que você queira acrescentar sobre sua experiência com o kratom?

KS: Como eu disse, ele pode me ajudar a atravessar um dia de trabalho difícil. Gosto mais durante os dias de folga. O que eu descobri é que se você está com muitas dores, é difícil se levantar e fazer exercícios. É muito difícil fazer ioga se as suas costas te estão te matando. É muito mais fácil beber cerveja no sofá e tomar ibuprofeno do que levantar e fazer essas coisas que você sabe que deveria estar fazendo… A ioga, e andar de bicicleta, e todas essas coisas. E descobri que tomar kratom tira o bastante da dor para que eu possa passar uma hora fazendo ioga, e depois ir dar uma volta de bicicleta, e fazer um bom exercício. Isso é o que realmente te ajuda a longo prazo. Ele parece ser a chave para curar o corpo. Então tem sido muito útil nessa função, me permitindo fazer as coisas que sei que tenho de fazer para me manter saudável.

KS: Então parece que o kratom te devolveu a sua vida.

WC: Sim. Como eu disse, tenho 45 anos, e por volta dos 40 estava com tanta dor que estava ficando preocupado com o que ia fazer com o meu futuro. Esse tipo de trabalho é a única coisa que eu sei fazer. Mal conseguia subir um pequeno lance de escadas que já sofria muito. E agora, alguns anos depois, tenho 45 anos e estou o mais magro e em forma que já estive. Estou trabalhando, fazendo carpintaria cinco dias por semana, e me sinto bem. Estou chegando lá…

KS: Isso é fantástico. Muito obrigado, William!

WC: Claro! Sem problema.

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