Kratom | Portugal Flag: Portugal

O kratom foi incluído na lista de novas substâncias psicoativas da legislação farmacêutica portuguesa em 2013, na classe “plantas e seus constituintes ativos”, através da Portaria 154/2013. Como o uso e a posse não são criminalizados, as penalidades podem afetar especialmente os vendedores, que poderiam ter seus negócios fechados dentro do país.

Kratom para dormir melhor

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Relatos do Kratom: William Czajka

William passou a sua vida entre Lousiana e Flórida (EUA). Sofrendo com dores crônicas que o impossilitavam de levar uma vida normal, resolvou provar o kratom, e descobriu que além de aliviar a sua dor, a planta também lhe dava disposição para fazer exercícios físicos, ioga, andar de bicicleta etc.

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Relatos do Kratom: Bethany Cook

Bethany é do Mississippi (EUA), e descobriu no kratom uma forma de controlar suas dores crônicas, e deixar os opioides que lhe traziam efeitos secundários horríveis, além do vício e seus efeitos de abstinência nas tentativas de retirada.

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Relatos do Kratom: Cory Schneekloth

O Cory é da Pensilvânia, EUA, e decidiu experimentar o kratom para aliviar as dores de diversas lesões que possui, bem como para sua saúde mental. Ele tinha escutado relatos muito bons sobre os efeitos da planta, mas também muita propaganda negativa na internet. No final das contas, por sorte, o kratom vem ajudando bastante o Cory a ter uma rotina normal.

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Relatos do Kratom: Heidi Burger

Heidi é uma professora, jardineira e espiritualista de Oklahoma. Um dos membros de nossa equipe, Brian, viveu em Oklahoma por alguns anos antes de começar aqui na Kratom Science, e chegou a sair com a Heidi e seu marido Mike, que construíram uma estufa excelente em seu quintal, e faziam festas de Halloween muito loucas.

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Estratégia Nacional de Drogas e Leis

Desde novembro de 2001, a aquisição, a posse e o consumo de drogas deixaram de ser considerados crime em Portugal. O consumo foi descriminalizado, mas não está isento de sanções. O consumo de substâncias psicoativas ilícitas continua a ser um ato punível por lei, mas já não é um crime (e é tratado como tal nos tribunais) e é agora um delito social.

O Plano Nacional para a Redução de Comportamentos Aditivos e Dependências 2013-20 baseia-se na estratégia de 1999 e tem uma visão ampla e integrada dos problemas de drogas e dependência, incluindo o uso de substâncias ilícitas, novas substâncias psicoativas, álcool, medicamentos de prescrição, esteróides anabolizantes e jogos de azar. Ele é guiado por cinco objetivos abrangentes e é construído em torno dos dois pilares da demanda de drogas e redução da oferta de drogas.

A principal lei sobre as drogas em Portugal é o Decreto-Lei 15/93, de 22 de janeiro de 1993, que define o regime jurídico aplicável ao tráfico e consumo de estupefacientes e substâncias psicoactivas. A Lei 30/2000, adotada em novembro de 2000, mas em vigor desde julho de 2001, descriminalizou o consumo, aquisição e posse de drogas para consumo pessoal.

Um regulamento estabelece quantidades máximas de drogas em gramas, sendo essas quantidades estimativas da média necessária para 10 dias de consumo. Uma pessoa pega usando ou possuindo menos do que a quantidade máxima de uma droga para uso pessoal, onde não há suspeita de envolvimento no tráfico de drogas, será avaliada pela comissão local para a dissuasão da toxicodependência, composta por três membros, sendo dois médicos, psicólogos, sociólogos ou assistentes sociais e, o terceiro, um jurista. Podem ser aplicadas sanções punitivas, mas os principais objetivos são explorar a necessidade de tratamento e promover uma recuperação saudável.

O tráfico de drogas pode incorrer em uma pena de 1-5 ou 4-12 anos de prisão, dependendo de critérios específicos, um dos quais é a natureza da substância fornecida. A penalidade é reduzida para os usuários que vendem drogas para financiar o seu próprio consumo.

O Decreto-Lei 54/2013 proíbe a produção, exportação, publicidade, distribuição, venda ou simples dispensa de novas substâncias psicoativas (NPS) enumeradas na lista que acompanha o Decreto-Lei e estabelece um mecanismo de controle para as NPS, que inclui o kratom.

Política Nacional de Tratamento

Mundialmente considerado um exemplo bem sucedido de tratamento humanizado para a toxicodependência, o Plano Nacional para a Redução de Comportamentos Aditivos e Dependências 2013-20 declara que as intervenções de tratamento devem basear-se num diagnóstico abrangente de todas as necessidades médicas e sociais de cada cidadão, ser acessíveis e adaptáveis, basear-se em provas científicas em termos de eficácia, eficiência e qualidade e basear-se em orientações.

Cuidados de saúde para usuários de drogas são fornecidos pela Rede de Referência para Comportamentos Aditivos e Dependências. A rede inclui serviços públicos especializados que prestam tratamento à dependência de substâncias ilícitas, sob a autoridade das administrações regionais de saúde do Ministério da Saúde, organizações não governamentais e outros prestadores de serviços de tratamento públicos ou privados interessados e competentes na prestação de cuidados. Os serviços públicos são prestados gratuitamente e são acessíveis a todas as pessoas que consomem drogas e que procuram tratamento.

Em Portugal, a OST está amplamente disponível. O tratamento de manutenção com metadona (MMT) pode ser iniciado em centros de tratamento, e o tratamento com buprenorfina pode ser iniciado por qualquer médico, médicos especializados e centros de tratamento. O MMT é gratuito para o usuário, enquanto os medicamentos à base de buprenorfina estão disponíveis em farmácias, com o Serviço Nacional de Saúde cobrindo 40% do preço de mercado.

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